O Juba de Leão (Hericium erinaceus) é nativo das florestas temperadas da Ásia, da Europa e da América do Norte. Cada lugar onde ele nasce deu a ele um nome e uma história.
China
Hóutóu gū, o cabeça de macaco
Os registros escritos sobre o Juba na China começam na dinastia Tang, há mais de mil anos. Ele chegou à cozinha do palácio imperial: a princesa Der Ling, que viveu na corte da imperatriz Cixi, descreve pratos de Juba nas suas memórias. Um ditado popular o põe ao lado do ninho de andorinha, a iguaria mais cara da cozinha chinesa: “da montanha, o cabeça de macaco; do mar, o ninho de andorinha”.
Japão
Yamabushitake, o cogumelo dos monges da montanha
No Japão, ele leva o nome dos yamabushi, monges que vivem nas montanhas: yamabushitake. Diz-se que seus fios lembram os pompons que esses monges levam na roupa.
Europa e América do Norte
Tão raro que é protegido por lei
Nativo das florestas temperadas da Ásia, da Europa e da América do Norte, ele nasce em troncos de carvalho e faia, no fim do verão e no outono. No Reino Unido é tão raro na natureza que é protegido por lei: colher um Juba silvestre pode render multa de até 5 mil libras. Na cozinha de lá, é servido grelhado, e muita gente compara a textura à de frutos do mar.
Um extrato de Juba de Leão pode vir do micélio, a parte que cresce dentro do substrato, ou do corpo de frutificação, o cogumelo maduro. São matérias-primas diferentes, e a Kodama usa só o corpo de frutificação.
A Kodama cultiva o Hericium erinaceus em ambiente controlado em Goiânia, com substrato natural e sem agrotóxicos. Cada lote é rastreado do micélio ao envase. Trabalhamos exclusivamente com o corpo de frutificação maduro, e usamos dupla extração hidroalcoólica assistida por ultrassom, que extrai as frações solúveis em água e em álcool do corpo de frutificação.
E no Brasil?
No Brasil, os extratos da Kodama são alimentos isentos de registro na ANVISA, e não existe alegação de efeito aprovada para esses cogumelos. Por isso não atribuímos benefícios ao nosso extrato. Mas a ciência estuda o Juba de Leão há décadas, e reunimos esses estudos, com os limites de cada um, numa página só.
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